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BE Castanheira de Pera

Biblioteca Escolar do Agrupamento de Escolas Dr. Bissaya Barreto - Castanheira de Pera

BE Castanheira de Pera

Biblioteca Escolar do Agrupamento de Escolas Dr. Bissaya Barreto - Castanheira de Pera

Jack O'Lantern (Jack da Lanterna)

30.10.15

 Jack O'Lantern (Jack da Lanterna)

 

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O Halloween, ou Dia das Bruxas, tem como base celebrações dos antigos povos que, desde os Celtas e as suas festividades pagãs, procuravam afastar os maus espíritos. O nome surge no entanto com a Igreja Católica como  “All Hallow’s Eve”, Véspera de Todos os Santos, quando se homenageiam e honram todos os santos. 

As lendas e as histórias são muitas e variadas e contemplam aspetos tenebrosos e assustadores como o regresso dos espíritos dos mortos à procura de corpos vivos (huuuuuu.... Medo!) mas salientam também tempos de renovação e de recomeço com referências  ao fim do verão,  ao final da terceira e última colheita do ano, ao início do armazenamento de provisões para o inverno, o início do período de retorno dos rebanhos do pasto e até da renovação das leis.

Conta uma das lendas que o Diabo veio buscar a alma de Jack, um alcoólico, num dia 31 de Outubro. Jack implorou por mais um copito a que o Diabo acedeu, mas sem dinheiro para este seu último trago, pediu ao Diabo que se transformasse numa moeda e o Diabo assim o fez. Assim que viu a moeda sobre a mesa, Jack guardou-a na sua carteira, que tinha um fecho em forma de cruz. Desesperado, o Diabo implorou para sair mas  Jack propôs-lhe um trato:


- Eu liberto-te,  mas tens que me deixar ficar na Terra por mais um ano inteiro.


Sem opção, o Diabo concordou.

Feliz com a oportunidade, Jack resolveu mudar a sua forma de agir. Deixou de beber, começou a tratar bem a família, a ir à igreja e até a fazer caridade.

No ano seguinte, na noite de 31 de Outubro, Jack estava a caminho de casa quando o Diabo apareceu. Jack, esperto como sempre, convenceu o Diabo a apanhar uma maçã de uma árvore. O diabo aceitou e quando subiu no primeiro galho, Jack pegou num canivete e desenhou uma cruz no tronco. O Diabo, aflito, acabou por aceder a desaparecer para sempre, em troca de poder descer da árvore. 

Um ano mais tarde, Jack morre, e tenta entrar no céu. A sua entrada é negada. Sem alternativa, vai para o inferno. Chegando lá, encontra o Diabo, que  desconfiado e sentindo-se ainda humilhado, não o deixa entrar, e atira-lhe uma brasa para que Jack possa iluminar o seu caminho pelo limbo. Jack põe a brasa dentro de um nabo para que dure mais tempo e afasta-se deambulando. A sua alma penada passa a ser conhecida como Jack O'Lantern (Jack da Lanterna).

 

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 Jack com a sua lanterna de nabo.



Os nabos na Irlanda, origem desta lenda, eram originalmente usados como "lanternas do Jack", mas nos EUA, onde as abóboras eram muito mais abundantes do que os nabos, as lanternas começaram a ser feitas com abóboras iluminadas com uma brasa por dentro. 

 

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 Nabos Jack O'Lantern.



Segundo a lenda, se estivermos atentos, conseguimos ver, na noite de 31 de Outubro, uma pequena luz fraca, da lanterna do Jack, procurando uma saída do limbo em que está preso.

 

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 Abóboras Jack O'Lantern.

 

 

Abóboras iluminadas, Bruxas e Vassouras são alguns dos símbolos principais deste dia que está associado a temas assustadores que envolvem fantasmas, morcegos e Diabos, mas também Doçuras ou Travessuras (Treats or Tricks).

 

In Oficina de Psicologia

NB: Texto editado pela Equipa BE.

 

 

Semana Internacional do Livro

26.09.13

“LENDA DA PRINCESA PERALTA… POR TERRAS DA RIBEIRA DE PERA”

 

 

Vamos aproveitar esta virtual Semana Internacional do Livro para divulgar a obra infanto-juvenil da autoria da Coordenadora da BE, Cristina Delgado (texto), que está em fase final nas mãos da ilustradora, professora Isabel Belchior (do Departamento de Expressões).

 

Intitula-se “Lenda da Princesa Peralta… por Terras da Ribeira de Pera”, tem cerca de 45 páginas a cores, com ilustrações, e é bilingue (redigida em português e inglês).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A publicação deste livro tem vários objetivos, entre eles: proporcionar aos mais jovens uma versão desta lenda numa linguagem simples, embora enriquecida com alguns recursos expressivos; dar-lhe uma contextualização histórica precisa, sem grandes hiatos; divulgar e promover o concelho de Castanheira de Pera; …

 

 

«A lenda da Princesa Peralta é, pela primeira vez, recriada em livro ficcional, com base em dados históricos, mas escrita com certa liberdade criativa, pois “Quem conta um conto… acrescenta um ponto”. [É isto uma lenda: um misto de realidade e imaginação.]

 

Era Peralta uma linda e feliz princesa, que vivia na rica e festiva Corte do Rei Arunce, seu pai, em Colímbria… Como vem ela parar às terras banhadas pela Ribeira de Pera?» (Excerto da contracapa.)

 

Em breve, daremos mais notícias.  {#emotions_dlg.sol}