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BE Castanheira de Pera

Biblioteca Escolar do Agrupamento de Escolas Dr. Bissaya Barreto - Castanheira de Pera

BE Castanheira de Pera

Biblioteca Escolar do Agrupamento de Escolas Dr. Bissaya Barreto - Castanheira de Pera

Rodolfo Castro: o pior contador de histórias do mundo

26.02.16

Rodolfo Castro: o pior contador de histórias do mundo

 

 

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 Rodolfo Castro no Auditório da Praça da Notabilidade.

 

  

No dia 17 de fevereiro deslocou-se a Castanheira de Pera o contador de histórias Rodolfo Castro, integrado no Projeto Inter-concelhio entre Castanheira de Pera, Figueiró dos Vinhos e Pedrogão Grande.

 

O "Pior Contador de histórias", como o próprio Rodolfo Castro se intitula, realizou duas sessões para as crianças do 1.º ciclo e 5.º ano.

  

No período da manhã realizou-se a sessão para os alunos do 1.º, 3.º e 5.º ano de escolaridade e no período da tarde para os alunos do 2.º e 4.º ano. A interação entre o contador de histórias e alunos foi fantástica, a criatividade e expressividade foram as tónicas dominantes em todas as sessões, existindo sempre uma grande empatia e interação entre todos.

 

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 Manhã no Auditório: as crianças muito atentas e divertidas na assistência.

 

 

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Todos foram participando com entusiasmo!

 

 

O livro esteve sempre presente, mas como suporte e não como um fim em si mesmo. Os alunos gostaram muito, pois as histórias iam ao encontro dos seus gostos e das suas vivências.

 

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 À tarde, Rodolfo Castro deslocou-se à biblioteca escolar do 1.ºCEB:

as histórias desenrolavam-se, umas a seguir às outras...

 

 

O diálogo constante e apelo permanente à participação dos alunos gerou um clima de partilha na construção das histórias, sentindo-se os alunos, também eles contadores de histórias.

 

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 A Prof.ª Lília Lopes, o Prof. Carlos Clemente e os alunos seguiram,
fascinados, a arte de contar histórias de Rodolfo Castro.

 

 

O som mais ouvido durante as sessões foram as gargalhadas e sorrisos.

 

A atividade foi muito divertida e enriquecedora para as crianças, que comentavam entre si: «o pior contador de histórias…foi o melhor contador de histórias que já ouvi!»

 

Depois, à tarde, pelas 16h00, Rodolfo Castro realizou um Laboratório de Contadores de Histórias, uma ação de formação para professores bibliotecários, profissionais de biblioteca, educadores de infância e professores e outros profissionais ligados à Educação, no Auditório da Praça da Notabilidade, como sensibilização para técnicas de leitura e formação de novos leitores.

 

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Todos seguiram com muito interesse as sugestões pedagógicas de Rudolfo Castro.

 

 

Deste laboratório, destacam-se algumas das ideias principais:

 

Como ler:

 

  • Ler em voz alta é ler não para os outros, mas com os outros.
  • Deve-se atrair a atenção dos ouvintes.
  • Cativam-se os ouvintes com gestos adequados à leitura e sons.
  • Os alunos devem estar dentro da história, devem ser participantes / intervenientes.

 

Três passos para a leitura em voz alta:

 

  • Deve-se ler e estudar previamente o que se vai ler em público;
  • Deve-se sonorizar as palavras, dando-lhes uma intenção dramática;
  • Deve-se ensaiar a leitura e a sua dramatização.

 

Depois de dar sugestões de exercícios de exploração de um texto com os alunos, Rodolfo Castro lançou alguns desafios:

 

  • Deve-se acreditar no que se está a ler (e não ler, por ler).
  • Para promover nos alunos uma atitude positiva em relação à leitura, há que repensar os espaços de leitura nas salas de aula, e mesmo nas bibliotecas...

 

No final da ação de formação, todos manifestaram alegria e apreciação pela ação de formação frequentada e a admiração pela excelência do contador de histórias e formador Rodolfo Castro. E tiveram a oportunidade de adquirir o livro "A Intuição Leitora, A Intenção Narrativa", da Editora GATAfunho, onde os temas da formação são aprofundados.

 

Este livro encontra-se disponível para requisição na BE.

 

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Sessão de Cinema: "Aristides de Sousa Mendes, o Cônsul de Bordéus"

26.02.16

Nesta sexta-feira, a tua biblioteca escolar passa o filme "Aristides de Sousa Mendes, o Cônsul de Bordéus"(2011), realizado por Francisco Manso e João Correa, e protagonizado pelo ator Vítor Norte. O elenco conta ainda com os atores Carlos Paulo e Leonor Seixas, entre outros.

 

Aristides de Sousa Mendes do Amaral e Abranches nasceu em Cabanas de Viriato, a 19 de Julho de 1885, no seio de uma família aristocrática rural, católica e conservadora. Ocupou diversas delegações consulares portuguesas pelo mundo fora, entre elas Zanzibar, Brasil, Estados Unidos ou Guiana. Cônsul de Portugal em Bordéus em 1940, ano da invasão da França pela Alemanha nazi na sequência da Segunda Grande Guerra, Sousa Mendes desafiou as ordens expressas do primeiro-ministro, Salazar (que, durante esses anos, manteve a neutralidade de Portugal), e concedeu mais de 30 mil vistos de entrada em Portugal a refugiados de todas as nacionalidades que desejavam fugir de França. Revelando uma coragem e determinação invulgares - e consciente do risco para sua vida e a da sua família -, recusou-se a entregar milhares de pessoas a um destino certo nos campos de concentração nazis. Confrontado com os primeiros avisos de Lisboa, ele terá dito: "Se há que desobedecer, prefiro que seja a uma ordem dos homens do que a uma ordem de Deus". Aristides de Sousa Mendes faleceu na miséria, a 3 de Abril de 1954, no hospital dos franciscanos em Lisboa.

 

O trailer:

 

 

 

Zootrópolis

25.02.16

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Citamos parcialmente o artigo no jornal Público (versão digital):

 

Novo filme de animação da Disney chega nesta quinta-feira às salas portuguesas. Ao PÚBLICO, os realizadores e o produtor garantem que esta grande produção é diferente do que já vimos. Os animais falam e vivem num mundo que é o nosso.

 

Os animais não são seres estranhos à Disney, pelo contrário. São uma das grandes apostas dos estúdios. Lembremo-nos do Rato Mickey, do Dumbo ou do Simba (Rei Leão). A esta lista, acrescentemos agora Judy Hopps e Nick Wilde. Ela é uma coelha e ele uma raposa e os dois são os protagonistas de Zootrópolis, o filme de animação que a Disney estreia nesta quinta-feira em Portugal. É um regresso a um género que já provou ter sucesso, mas de uma forma diferente, garantem os realizadores Rich Moore e Byron Howard. “Este é um filme de animais que falam como nunca antes foi feito”, diz Clark Spencer, numa conversa com o PÚBLICO e mais três jornalistas espanhóis em Barcelona.

 

 

 
 

 

Zootrópolis. O nome dá pistas para o que vamos ver no grande ecrã: uma grande metrópole habitada por animais de várias espécies. Para sermos mais específicos, são exactamente 64 espécies de todos os tamanhos e feitios, representadas e pensadas até ao mais ínfimo detalhe. Todas elas coabitam pacificamente numa sociedade mais dividida por tamanhos do que por qualquer outra coisa (na grande estação central, por exemplo, há portas de diferentes tamanhos para as girafas, para os ratos ou para os elefantes).

 

“Há algum tempo que não se fazia um filme destes, com animais que falam. E o que pensámos foi fazer alguma coisa que vá para lá do que já foi feito e foi então que surgiu esta ideia de criarmos uma cidade e uma sociedade com tantas camadas”, explica Byron Howard, realizador de filmes como Entrelaçados (2010) ou Bolt (2008). “Há tantos detalhes na forma como a sociedade funciona, tantos animais, e tudo foi pensado à escala”, acrescenta, contando que Zootrópolis (Zootopia, na versão original) surgiu da vontade de fazer um filme de espiões com animais. “Fui passando a ideia, mas não pegou, levei muita pancada. Os espiões pareciam não agradar, mas a cena da cidade para animais foi a que captou a atenção porque ainda não tinha sido feita.”

 

O filme evoluiu então para a história desta coelha, Judy Hopps, que desde pequena deseja ser polícia, algo que nunca ninguém da sua espécie, ou do seu tamanho, havia conseguido. Persistente, a coelha entra para a Academia de Polícia, forma-se e é colocada em Zootrópolis, onde nunca tinha vivido. Na cidade, a vida é difícil e a coelha tem de lutar para conseguir um lugar de destaque. Pelo caminho, desenvolve uma amizade improvável com uma raposa matreira, Nick Wilde. No momento em que tudo isto acontece, há animais que desaparecem misteriosamente, todos eles predadores. Há um crime a acontecer e Judy foi deixada de fora, até se intrometer...

 

(...)

Leiam o artigo completo aqui.

 

Cláudia Lima Carvalho in Público.pt/Cultura