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BE Castanheira de Pera

Biblioteca Escolar do Agrupamento de Escolas Dr. Bissaya Barreto - Castanheira de Pera

BE Castanheira de Pera

Biblioteca Escolar do Agrupamento de Escolas Dr. Bissaya Barreto - Castanheira de Pera

16
Out16

Livros com Fruta: comemoração do Dia Mundial da Alimentação

Equipa BE

Hoje, dia 16 de outubro, comemora-se o Dia Mundial da Alimentação. A Biblioteca Escolar assinala a efeméride com a atividade "Livros com Fruta". Assim, amanhã, dia 17, quem vier à Biblioteca requisitar um livro, receberá uma peça de fruta. Com esta oferta, pretendemos incentivar os bons hábitos alimentares, a par dos hábitos de leitura.

 

Visita-nos. Serás bem-vindo!

 

Dia Mundial da Alimentação - Livros com Fruta-01

 

10
Jun16

O Dia 10 de Junho - Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas

Equipa BE

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No dia 10 de junho celebra-se em Portugal o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.

 

O feriado nacional assinala ainda o dia da morte do poeta Luís Vaz de Camões, em 1580, autor d´Os Lusíadas, a maior obra épica de Portugal.

 

Do programa do Dia de Portugal fazem parte muitas atividades, como desfiles, demonstrações militares, e entregas de medalhas de mérito, por exemplo.

 

Este é o dia da Língua Portuguesa e do cidadão nacional. Pela sua importância, é um dos feriados civis que não foram eliminados pelo Governo.

História do Dia de Portugal

Durante o regime ditatorial do Estado Novo de 1933 até à Revolução dos Cravos de 25 de abril de 1974, o dia 10 de junho era celebrado como o "Dia da Raça: a raça portuguesa ou os portugueses".

 

Após a revolução do 25 de abril de 1974, que marcou o fim do regime ditatorial do Estado Novo, a celebração do dia passou a prestar homenagem a Portugal, a Camões e às Comunidades Portuguesas.

 

Neste dia, o Presidente da República e altas individualidades do Estado participam em cerimónias de comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, que decorrem em cidades diferentes todos os anos. Anualmente são distinguidas novas individualidades pelo seu trabalho em nome da nação.

 

Este ano, pela primeira vez em 42 anos, as comemorações com o discurso do Senhor Presidente da República Doutor Marcelo Rebelo de Sousa e o desfile dos três ramos das Forças Armadas, regressaram ao Terreiro do Paço, em Lisboa, e irão prosseguir em Paris, França, junto da Comunidade Portuguesa.

 

In Calendarr.Portugal e TVI 24.iol.pt.

 

19
Abr16

Dia do Índio - 19 de Abril

Equipa BE

Dia do Índio - 19 de Abril

 

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Dia do Índio é celebrado anualmente em 19 de abril no Brasil.

 

Esta importante data serve para lembrar e reforçar a identidade do povo indígena brasileiro e americano na História e Cultura atual.

 

Antes da chegada dos primeiros europeus a terras americanas, todos os países que foram estes dois continentes eram amplamente povoados por grandes nações indígenas.

 

Infelizmente, a ganância e crueldade humana fizeram com que muitas tribos fossem totalmente dizimadas e grande parte da cultura indígena foi esquecida.

 

Na tentativa de preservar as tradições e identidade dos indígenas, o Dia do Índio surgiu para não deixar as novas gerações esquecerem das verdadeiras raízes que formam o povo brasileiro.

 

O Dia do Índio, celebrado no Brasil em 19 de abril, foi criado pelo presidente Getúlio Vargas, através do decreto-lei 5540 de 1943.

 

A data de 19 de abril foi proposta em 1940, pelos líderes indígenas do continente que participaram do Primeiro Congresso Indigenista Interamericano, realizado no México. Eles boicotaram os dias iniciais do evento,receando que as suas reivindicações não fossem ouvidas pelos "homens brancos". Durante este congresso foi criado o Instituto Indigenista Interamericano, também sediado no México, que tem como função zelar pelos direitos dos indígenas na América. O Brasil não aderiu imediatamente ao instituto, mas, com a intervenção do Marechal Rondon, apresentou sua adesão e instituiu o Dia do Índio no dia 19 de abril, cumprindo a proposta do Congresso de 1940.

 

A data pode ser considerada como um motivo de reflexão sobre os valores culturais dos povos indígenas e a importância da preservação e respeito a esses valores.

 

In Portal Arapiraca e Wikipédia

NB: Texto editado pela Equipa BE.

 

 

05
Out15

Dia 5 de Outubro de 1910: A República Portuguesa é proclamada

Equipa BE

Dia 5 de Outubro de 1910:

A República Portuguesa é proclamada
da varanda da Câmara de Lisboa, por José Relvas

 

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 Proclamação da República Portuguesa por José Relvas

 

 
A República Portuguesa foi proclamada em Lisboa a 5 de outubro de 1910. Nesse dia foi organizado um governo provisório, que tomou o controlo da administração do país, chefiado por Teófilo Braga, um dos teorizadores do movimento republicano nacional. Iniciava-se um processo que culminou na implantação de um regime republicano, que definitivamente afastou a monarquia.

Este governo, pelos decretos de 14 de março, 5, 20 e 28 de abril de 1911, impôs as novas regras da eleição dos deputados da Assembleia Constituinte, reunida pela primeira vez a 19 de junho desse ano, numa sessão onde foi sancionada a revolução republicana; foi abolido o direito da monarquia; e foi decretada uma república democrática, que veio a ser dotada de uma nova Constituição, ainda em 1911.
 
 

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 O Governo Provisório chefiado por Teófilo Braga (1910).

 

A implantação da República é resultante de um longo processo de mutação política, social e mental, onde merecem um lugar de destaque os defensores da ideologia republicana, que conduziram à formação do Partido Republicano Português (PRP), no final do século XIX.

Ultimato inglês, de 11 de janeiro de 1890, e a atitude da monarquia portuguesa perante este ato precipitaram o desenvolvimento deste partido no nosso país. De 3 de abril de 1876, quando foi eleito o Directório Republicano Democrático, até 1890, altura em que se sentia a reação contra o Ultimato e a crítica da posição da monarquia, a oposição ao regime monárquico era heterogénea e desorganizada. Contudo a "massa eleitoral" deste partido conseguiu uma representação no Parlamento em 1879, apesar de pouco significativa, numa altura em que a oposição ao regime era partilhada nomeadamente com os socialistas, também eles pouco influentes entre a população.
Em 1890, o partido surgiu quase do vazio, para um ano depois do Ultimato publicar um manifesto, elaborado pelo Diretório, em que colaboraram: Azevedo e Silva; Bernardino Pinheiro; Francisco Homem Cristo; Jacinto Nunes; Manuel de Arriaga e Teófilo Braga. Este manifesto saiu a 11 de janeiro de 1891, umas semanas antes da tentativa falhada de implantar a República de 31 de janeiro.

Após o desaire desta tentativa, o partido enfrentou grandes dificuldades; no entanto, a 13 de outubro de 1878, fora eleito o primeiro representante republicano, o deputado José Joaquim Rodrigues de Freitas.
Os representantes republicanos, no primeiro período da sessão legislativa de 1884, eram José Elias Garcia e Manuel de Arriaga. No segundo período foi a vez de Elias Garcia e Zéfimo Consiglieri Pedroso. Estes dois últimos estiveram também nas sessões de 1885 a 1889.

Para o primeiro período da sessão legislativa de 1890 foram eleitos os deputados Rodrigues de Freitas e José Maria Latino Coelho, e para o segundo período dessa sessão Bernardino Pereira Pinheiro, Elias Garcia, Latino Coelho e Manuel de Arriaga.

Na sessão de 1891, ano em que faleceram Elias Garcia (22 de abril) e Latino Coelho (29 de agosto) pontificavam os quatro deputados da sessão anterior; na de 1892 foram Bernardino Pinheiro, Manuel de Arriaga e Eduardo de Abreu; na de 1893 Eduardo Abreu, Francisco Teixeira de Queirós e José Jacinto Nunes; e passado um ano, em 1894, o mesmo Eduardo de Abreu e Francisco Gomes da Silva. Desta data e até 1900 não houve mais representação republicana. Nesta fase, em que esteve afastado do Parlamento, o partido empenhou-se na sua organização interna.

Nos últimos quinze anos de vida da monarquia portuguesa o Directório do Porto e o P.R.P., apesar de algumas divergências, trabalharam em conjunto. Na cidade do Porto, o periódico A Voz Pública desempenhou um papel importante em prol da propagação dos ideais republicanos, tal como os de Duarte Leite, lente da Academia Politécnica. Em Lisboa circulavam O Mundo, desde 1900, e A Luta, desde 1906.

Após um período de grande repressão, o movimento republicano entrou de novo na corrida das legislativas em 1900, conseguindo quatro deputados: Afonso Costa, Alexandre Braga, António José de Almeida e João Meneses.

Nas eleições de 5 de abril de 1908, a última legislativa na vigência da monarquia, foram eleitos, além dos quatro deputados das eleições transatas, Estêvão Vasconcelos, José Maria de Moura Barata e Manuel de Brito Camacho. A implantação do republicanismo entre o eleitorado crescia de forma evidente.

Nas eleições de 28 de agosto de 1910 o partido teve um resultado arrasador, elegendo dez deputados por Lisboa. E a 5 de outubro desse ano era proclamada a República Portuguesa.
 

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Fontes:Implantação da República. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2011 e Estórias da História
Wikipedia (Imagens)
 
03
Mai15

O Dia da Mãe

Equipa BE

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O Dia da Mãe é uma data comemorativa que em Portugal se celebra no primeiro domingo do mês de maio.

 

Em Portugal, o Dia da Mãe chegou a ser celebrado a 8 de dezembro, mas passou a ser celebrado no 1.º domingo de maio, em homenagem à Virgem Maria, mãe de Jesus Cristo. 

 

A data é uma homenagem a todas as mães e serve para reforçar e demonstrar o amor dos filhos pelas suas mães.

 

No Dia da Mãe, os filhos costumam oferecer presentes às suas mães e preparam-lhes surpresas, de forma a mostrarem o quanto gostam delas e para agradecer todo o empenho e dedicação destas.

Origem do Dia da Mãe

 

Grécia Antiga

 

Remonta às comemorações primaveris da Grécia Antiga, em honra de Rea, mulher de Cronos e Mãe dos Deuses. Em Roma, as festas do Dia da Mãe eram dedicadas a Cibele, a Mãe dos Deuses romanos, e as cerimónias em sua homenagem começaram por volta de 250 anos antes do nascimento de Cristo.

 

Século XVII - Inglaterra

 

Celebrava-se no 4.º Domingo de Quaresma um dia chamado “Domingo da Mãe”, que homenageava todas as mães inglesas.

 

Estados Unidos da América

 

Em 1904, quando Anna Jarvis perdeu a sua mãe ficou muito triste. As suas amigas decidiram organizar uma festa em memória da sua mãe. Anna então quis que a festa fosse festejada para todas as mães, vivas ou mortas. Em 1914, a data foi oficializada pelo presidente Woodrow Wilson e passou e ser celebrada no primeiro domingo de Maio.

 

In CalendarrPortugal

 

 

08
Dez14

Dia 8 de Dezembro - Dia da Imaculada Conceição

Equipa BE

Dia 8 de Dezembro

 Dia da Imaculada Conceição

 

 

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No dia 8 de dezembro celebra-se o dia da Imaculada Conceição. Este dia invoca a vida e a virtude de Virgem Maria, mãe de Jesus, concebida sem marca do pecado original. É uma data de grande significado para a Igreja Católica.

 

É uma festa religiosa que celebra um dogma católico definido como festa universal em 1476 pelo Papa Sisto IV.

 

Em 25 de Março de 1646, o rei D. João IV organizou uma cerimónia solene, em Vila Viçosa, para agradecer a Nossa Senhora a Restauração da Independência de Portugal em relação a Espanha. Foi até à igreja de Nossa Senhora da Conceição, declarando-a padroeira e rainha de Portugal. Desde este dia, mais nenhum rei português usou coroa na cabeça, privilégio que estaria disponível apenas para a Imaculada Conceição. Em cerimónias solenes, a coroa passou a ser depositada em cima de uma almofada, ao lado do rei.

 

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No dia 28 de Julho de 1646, a Universidade de Coimbra prestou também o solene juramento determinado pelo Rei em carta de 17 de Janeiro do mesmo ano de 1646.

 
Diz o cronista que "em cumprimento da ordem régia, celebraram-se nas cidade e vilas imponentes solenidades a que os povos se associaram com o maior entusiasmo".
 
Em 1648 D. João IV mandou cunhar medalhas de ouro e prata que correram como moeda, em honra da Padroeira de Portugal, tendo no reverso a imagem de Nossa Senhora da Conceição coroada de sete estrelas sobre o globo e a meia-lua, tendo aos lados o sol, o espelho, a casa de ouro, a arca da aliança, o porto e a fonte selada com a legenda: Tutelaris Regni. Foi, até, com duas destas moedas em ouro que o Rei pagou, nesse ano, o tributo prometido ao Santuário de Nossa Senhora de Vila Viçosa.
 

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Mais tarde, a 30 de Junho de 1654, o rei mandou expedir à Câmaras uma nova carta em que determinava que em todas as portas e entradas das cidades, vilas e lugares do Reino se pusesse, em pedra bem lavrada, a inscrição em latim que lembrava a resolução tomada pelo Rei e Cortes Gerais em 1646 de eleger Nossa Senhora como Padroeira de Portugal e de defender com juramento o privilégio de Sua Imaculada Conceição.
 
É curioso o facto de que só 200 anos depois é que o Papa Pio IX definiu solenemente em Roma o mesmo privilégio de Nossa Senhora, como dogma de fé universal. Também não podemos deixar de referir que uma prestimosa instituição nacional que foi criada, a 8 de Dezembro de 1720, precisamente, em homenagem à Padroeira, a Academia Real de História.
 
 
In CalendarrAscendens e Numismatas
NB: Texto adaptado pela Equipa BE
29
Out14

Niki de Saint Phalle (1930-2002)

Equipa BE

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Catherine-Marie-Agnès Fal de Saint Phalle (nasceu em Neuilly-sur-Seine, Hauts-de-Seine, perto de Paris, a 29 outubro de 1930 e faleceu a 21 Maio de 2002 na Califórnia, E.U.A.), mais conhecida por Niki de Saint Phalle, foi uma escultora, pintora e cineasta francesa. 

 

Niki de Saint Phalle legou-nos uma série de obras que funcionam como uma declaração universal de liberdade do indivíduo, sejam mulheres ou homens, seres humanos libertos em seu universo criativo e em expansão.  

 

A sua arte, proveniente de memórias da infância, dos seus sentimentos femininos mais profundos e secretos, de um primitivismo solto e desvinculado dos padrões habitualmente codificados e aceites, vem pontilhado de humor e de cores explosivas.

 

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A sua linguagem, próxima da linguagem infantil, revela um requinte que a liga à rebeldia dos dadaístas, à mutação vertiginosa dos tempos e às metamorfoses misteriosas do ser interior, cofre inconsciente de desejos e temores, presentes em cada indivíduo.

 


Les Trois Grâces, 1994

 

 

São surpreendentes as suas personagens, inusitadas nos materiais utilizados (cacos, sucata, espelhos, plásticos e resinas), expandidos nos formatos e na cor (muitas vezes metálicas e luminosas), nas citações a Gaudí e ao 'Facteur' Cheval, espantosos artistas únicos e destituídos de discípulos, que impressionaram e estimularam Niki de Saint Phalle, ela igualmente artista singular.

 

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Para saberes mais, visita o seu "website" oficial e o Museu (clica nos títulos):

 

Niki Charitable Art Foundation 

Niki Museum Gallery

 

NB: Texto extraído da Wikipédia e SampaArt e adaptado pela equipa BE.

15
Out14

Agatha Christie (1890-1976)

Equipa BE

 

A 15 de Setembro de 1890, em Torquay, condado de Devonshire, Inglaterra, nasce  Agatha Mary Clarissa Miller, Dama do Império Britânico e mais conhecida como Agatha Christie, escritora inglesa de romances policiais.

 

Agatha Christie é a autora de 80 romances policiais e compilações de pequenas histórias, criando famosas personagens como Hercule Poirot e Miss Marple, e escreveu ainda 19 peças e seis romances sob o nome de Mary Westmacott. Agatha Christie foi pioneira ao fazer com que os desfechos dos seus livros fossem extremamente impressionantes e inesperados, sendo praticamente impossível ao leitor descobrir quem é o assassino. Os seus livros venderam mais de 1 bilião de cópias em todo o mundo, fazendo de Agatha Christie a maior escritora de romances policiais de todos os tempos.

 

O pai de Agatha, Frederick Miller, era um milionário norte-americano que passava a maior parte do tempo a viajar; e a mãe, Clara Boehmer, era uma irlandesa de Belfast, uma senhora cristã com crenças esotéricas que acreditava possuir uma perceção extra-sensorial (um sexto sentido). O casal tinha mais dois filhos, Madge e Monty, ambos mais velhos do que a futura escritora. Embora Madge e Monty recebessem uma educação formal, a mãe decidiu que a filha mais nova deveria estudar em casa, com tutores e professores particulares de canto, piano e pintura. 

 

Agatha passou a sua infância e adolescência em Devon (sudoeste de Inglaterra), que também foi o cenário de 15 de seus romances. Na infância e juventude, Agatha participou de pequenas produções teatrais em casas de famílias eminentes da região, e também participou de concertos no Torquay's Pavillion.

 

A mãe de Agatha lia para a filha muitos livros, o que era uma distração para ambas. Entre os autores lidos pela mãe estavam Sir Walter Scott, Charles Dickens, John Milton, Alexandre Dumas e Jane Austen. Agatha disse uma vez que o seu autor preferido era Charles Dickens. Agatha e a irmã Madge também gostavam muito de histórias de detetives, tendo a futura escritora lido a primeira história de Sherlock Holmes com apenas oito anos. Agatha leu também as obras de Edgar Allan Poe e de Gaston Leroux.

 

Agatha conheceu o Coronel Archibald Christie, piloto do Corpo Real de Aviadores em 1912, e casou-se com ele em 24 de dezembro de 1914. Na Primeira Guerra Mundial, enquanto o marido esteve a combater, Agatha trabalhou como enfermeira voluntária do Exército da Cruz Vermelha e também na farmácia de um hospital em Torquay. Em 1919, teve com Archibald sua primeira e única filha, Rosalind.

 

Um dia, Agatha aceita um desafio da irmã: escrever uma história policial em que o leitor não pudesse descobrir a identidade do assassino antes do final da narrativa. Surgiu então O Misterioso Caso de Styles, que tinha como protagonista um belga chamado Hercule Poirot, inspirado nos vários políticos belgas que se refugiaram na Inglaterra naquela época. Hercule Poirot seria ainda protagonista de uma série de outros livros, consagrando-se como um dos maiores detetives já criados. Mas só em 1926 ela conseguiu chamar a atenção do público com O Assassinato de Roger Ackroyd. Algum tempo depois do lançamento deste, Agatha Christie divorcia-se do marido e desaparece misteriosamente. Como nas suas histórias, deixou rastros efémeros, pistas difusas, confundindo toda a polícia inglesa, e provocando sérias suspeitas de estar à procura de promoção de publicidade para uma carreira mal começada.

 

Casou-se em 1930 com o arqueólogo Max Mallowan (14 anos mais jovem do que Agatha e primo afastado), e passou a viajar muito com ele pelo Médio Oriente. É dessas viagens que ela tira inspiração para vários livros de sucesso como: Morte no Nilo, Intriga em Bagdade, entre outros.

 

A sua única filha, Rosalind, casou-se no início da Segunda Guerra Mundial, e em 1943 teve um filho, Mathew Prichard, o único neto de Agatha Christie.

 

O casamento com Mallowan duraria até a morte da escritora, a 12 de janeiro de 1976, por pneumonia. Encontra-se sepultada em St Mary Churchyard, Cholsey, Oxfordshire na Inglaterra.

 

Curiosidade: O livro Cai o pano foi escrito em 1940 e publicado em 1975.

 

A família de Agatha Christie tem resistido às pressões das editoras mas, finalmente, deu a necessária autorização para que, 39 anos depois do seu último mistério, Poirot voltasse a desvendar um crime. Sophie Hannah, autora de bestsellers de ficção policial e poeta, foi a escritora escolhida para dar uma nova vida a Poirot.

 

Fã assumida de Agatha Christie, Sophie Hannah já escreveu oito romances policiais. Laura Thompson, escritora e jornalista do The Guardian, considera-a uma escritora "brilhante": "A sua ficção policial é soberba, os enredos são uma maravilha de criatividade."

 

Agora, o primeiro livro de Poirot lançado após a morte da escritora Agatha Christie. 'Os Crimes do Monograma', foi escrito por Sophie Hannah e já está à venda em Portugal... não tens curiosidade em o ler?

 

In WikipédiaAgatha Christie e DN Artes 

NB: Texto editado pela Equipa BE

10
Out14

Edith Piaf (1915-1963)

Equipa BE

 

Édith Giovanna Gassion, (Paris, 19 de dezembro de 1915 — Plascassier, 10 de outubro de 1963), ou simplesmente Édith Piaf, foi uma grande cantora francesa de música de salão e variedades, mas foi reconhecida internacionalmente pelo seu talento na canção francesa. Ela recebeu o nome de Édith em homenagem a uma enfermeira britânica da I Guerra Mundial que foi executada por ajudar soldados franceses a escapar dos alemães. Piaf, um nome coloquial francês para um tipo de pardal, alcunha pela sua pequena estatura física, tornar-se-ia o seu apelido artístico vinte anos depois.

 

Aos dezoito anos teve a sua única filha, Marcelle, que morreria de meningite dois anos depois, a 7 de julho de 1935.

 

O seu canto expressava claramente sua trágica história de vida. Entre os seus maiores sucessos estão "La vie en rose" (1946), "Hymne à l'amour" (1949), "Milord" (1959), "Non, je ne regrette rien" (1960). Participou de peças teatrais e filmes. 

 

A 10 de outubro de 1963, aos 47 anos, Piaf morreu de cancro no fígado, desgastada por uma vida difícil, pelas pesadas intervenções cirúrgicas e pela artrite reumatoide. 

 

Foi-lhe recusado um funeral religioso, por ter casado duas vezes, mas foram dezenas de milhares os fãs que acompanharam o caixão até ao cemitério Père-Lachaise, em Paris, onde o seu túmulo continua a ser visitado pelos visitantes.

 

Ela quebrou "todos os recordes: de sedução, de paixões, de sofrimentos, de loucuras, de deriva", escreve Robert Belleret na sua recente biografia "Piaf, um mythe français" ("Piaf, um mito francês"), citada pela agência France Presse.

 

Em junho de 2007 foi lançado um filme biográfico sobre ela, "La Môme", (em português "La Vie En Rose"), muito premiado, com realização de Olivier Dahan e uma excecional interpretação de Marion Cotillard, que lhe valeu o Óscar de Melhor Atriz Principal, em Hollywood (L.A., USA).

 

 

In Wikipédia e DN

NB: Texto adaptado pela Equipa BE.