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BE Castanheira de Pera

Biblioteca Escolar do Agrupamento de Escolas Dr. Bissaya Barreto - Castanheira de Pera

BE Castanheira de Pera

Biblioteca Escolar do Agrupamento de Escolas Dr. Bissaya Barreto - Castanheira de Pera

28
Mai16

Lição TED-Ed: "A beleza das redes de florestas"

Equipa BE

Hoje, em comemoração do Dia do Bombeiro Português, propomos a Lição TED-Ed "A beleza das redes de florestas", uma pequena palestra de Suzanne Simard sobre a importância vital da preservação florestal tanto para o meio ambiente como para nós próprios.

 

A desflorestação causa mais emissões de gás de estufa do que todos os comboios, aviões e automóveis juntos. O que podemos fazer para alterar esta contribuição para o aquecimento global? Suzanne Simard examina o quanto as complexas redes simbióticas das nossas florestas imitam as nossas redes sociais e neurais - e como essas interligações podem fazer toda a diferença. 

 

Palestra legendada em português de Portugal:

 

 

 

27
Mai16

A Exposição "A Escola: Quem te viu e Quem te vê"

Equipa BE

A Exposição "A Escola: Quem te viu e Quem te vê"

 

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A Equipa da Biblioteca Escolar, em articulação com o Departamento de Ciências Sociais e Humanas e com a colaboração do nosso agrupamento de escolas, de entidades oficiais externas — a Câmara Municipal de Castanheira de Pera, o Núcleo Museológico "A Casa do Neveiro" da Junta de Freguesia do Coentral, o Museu de Alvaiázere — e de particulares — a Bibliotecária Cristina Bernardo, a professora Lília Brito, a professora Laurentina Pereira, a professora Ana Paula Vidal, a professora Elisabete Batista, a professora Margarida Freire e o professor Paulo Silveiro — inaugurou na passada terça-feira, dia 24 de maio, na sala A4, uma exposição dedicada à escola.

 

Através da exposição "A Escola: Quem te viu e Quem te vê" propõe-se uma comparação entre a escola no Estado Novo e a escola atual, com professores de ontem e de hoje convidados para pequenas palestras com os alunos de todo o agrupamento de escolas, em "Encontros com..."

 

Para proporcionar aos alunos e a todos os que visitarem a exposição um contacto real de como que era a escola, a montagem da exposição dividiu a sala A4 entre a escola do estado Novo e a escola atual, estando de um lado, os equipamentos e materiais escolares de antigamente, e do outro, os equipamentos e materiais escolares de hoje.

 

Esperamos que esta exposição, que conclui as atividades da nossa Biblioteca Escolar para este ano letivo, proporcione experiências de enriquecimento cultural não só aos alunos, mas a todos quantos a queiram visitar.

 

Informamos que esta exposição pode ser visitada por qualquer elemento da comunidade local, bastando para isso dirigir-se à Biblioteca Escolar, onde um elemento da Equipa BE fará a visita guiada. 

 

Por último, um profundo agradecimento a todas as entidades oficiais e particulares pelo interesse, atenção, meios de transporte fornecidos e a cedência, a título de empréstimo, de equipamento e/ou material escolar para esta exposição.

 

 

27
Mai16

Visita à Exposição "A Escola: Quem te viu e Quem te vê" (I)

Equipa BE

Visita à Exposição

"A Escola: Quem te viu e Quem te vê" (I)

 

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Os alunos do 7.ºA e 7.ºB na Exposição "A Escola: Quem te viu e Quem te vê".

 

 

Hoje, pelas 16h05min., iniciou-se o programa de visitas guiadas à exposição "A Escola: Quem te viu e Quem te vê", com um "Encontro com..." o Professor Paulo Silveiro e o Professor Licíno Maurício, que acompanhavam as turmas do 7.ºA e 7.ºB, respetivamente.

 

O Professor Paulo Silveiro fez uma breve exposição de como era a escola no Estado Novo, abordando o estilo de ensino e a severidade da disciplina, os rituais diários - como rezar e cantar o Hino Nacional -, os emblemas nacionais sempre presentes - como a bandeira nacional e os cartazes de propaganda nas paredes sobre a História de Portugal, a trilogia da Educação Nacional - Deus, Pátria e Família -, a par dos mapas-mundi onde se aprendia a geografia do Império Português. 

 

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Os alunos a observarem os mapas e os cartazes de propaganda nacional.

 

 

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 Alguns dos cartazes de propaganda da Educação Nacional em exposição.

 

 

Falando do rigor do ensino e da aprendizagem no período do Estado Novo, o Prof. Paulo Silveiro exemplificou a qualidade dos trabalhos dos alunos de antigamente, com alguns trabalhos feitos por uma aluna da 1.ª classe da Escola Primária (assim era chamado o 1.º ano do 1.ºCiclo), de Castanheira de Pera, cuja caligrafia, muitíssimo bem desenhada, faz hoje inveja a muitos alunos mais velhos e mesmo a adultos.

 

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O Prof. Paulo Silveiro a mostrar alguns trabalhos da 1.ª classe
da Prof.ª Lília Brito Lopes, quando andava na Escola Primária.

 

 

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 Os alunos a admirar a caligrafia de uma aluna da 1.ª classe. 

 

 

A seguir, o professor Paulo Silveiro referiu a propaganda sempre presente do regime, desde frases de saudação a Salazar nos manuais, aos cartazes e retratos em exposição na sala, onde a exaltação da personalidade do líder se confundia com o valor de uma Nação, cujos horizontes se estendiam a perder de vista pelo mundo inteiro. Como era repetido insistentemente, Portugal, com as suas ilhas e colónias ultramarinas, não era um país pequeno...

 

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 O Prof. Paulo Silveiro com a inevitável cana-da-Índia, com a qual os professores,

do alto do estrado, davam na cabeça dos alunos mais desatentos.

 

 

Um dos objetos que mais chamou a atenção dos alunos foi a palmatória, a chamada "menina dos cinco olhos", pousada na secretária do professor, e de onde vem a expressão "dar a mão à palmatória".

 

 

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 A secretária do professor primário, com a "menina dos cinco olhos".

 

 

Os alunos apreciaram bastante a exposição e a palestra do Prof. Paulo Silveiro, mantendo-se com muita atenção e interesse por tudo o que lhes era mostrado.

 

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 Aspeto exterior da exposição na sala A4, com os painéis informativos
sobre a "Escola no Estado Novo" e a "Escola Atual".

 

 

 

27
Mai16

Isadora Duncan (1877-1927)

Equipa BE

Isadora Duncan

 

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Isadora Duncan era o nome artístico de Dora Angela Duncan. Precursora da dança moderna, ela propôs uma dança livre de espartilhos, meias e sapatilhas de ponta, apresentando-se com trajes esvoaçantes, cabelos soltos e pés descalços.

Nos seus trabalhos utilizou músicas que na época não eram consideradas apropriadas para a dança, como peças de Chopin e Wagner. Defensora do espírito poético e revolucionário na dança, quebrou convenções e influenciou a cultura do século XX.

 

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Filha do poeta Joseph Charles Duncan e da pianista Dora Gray Duncan, Ângela Isadora Duncan nasceu em 27 de maio de 1877 e teve uma infância cheia de imaginação e arte em São Francisco.

 

Aprendeu ballet desde os 4 anos e aos 11 anos revelava já um estilo coreográfico próprio, inspirado nos movimentos da Natureza e nas posturas assumidas pelas esculturas da Antiga Grécia, buscando constantemente a máxima liberdade na dança e na vida, optando por dançar descalça e com o corpo coberto apenas por túnicas de seda. Adolescente, viajou para Chicago e Nova Iorque, onde trabalhou em várias produções.

 

 

Isadora Duncan bailando

 



Isadora foi precursora do movimento de rutura que se instauraria no âmago do ballet, privilegiando a leveza desta arte, a energia que emana da alma através da expressão corporal, dispensando qualquer adorno. Ela considerava o ballet uma arte artificial, preocupada em excesso com simetrias geométricas, enquanto ela preferia uma dança impregnada de gestos nada simétricos e sem prévia preparação.

 

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Em busca do reconhecimento do seu estilo inovador foi para Londres (1898) e consolidou a sua fama em Paris (1902). Depois, percorreu quase toda a Europa, onde fez sucesso e apresentou-se na Grécia e na Rússia (1904).

Defensora da liberdade e dos direitos das mulheres, Isadora viveu maritalmente com o encenador e cenógrafo inglês Gordon Graig e com o milionário parisiense Eugene Singer, dono da fábrica de máquinas de costura. Teve um filho com cada um.

 

 

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Durante toda a sua carreira interessou-se pelas crianças, baseando seu método de educação na arte, na cultura e na espiritualidade. Montou uma escola em Grunewald, na Alemanha, em 1904, favorecendo as crianças das classes mais pobres. Depois montaria escolas na Rússia e em Paris. O custo dessas iniciativas a obrigava a excursionar constantemente.

 

 

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 Isadora Duncan e alunas da sua Escola de Dança (1910-20?)

 



Em 1913, em virtude de um acidente, os seus dois filhos, Deirdre e Patrick morreram afogados no rio Sena, juntamente com a sua governanta inglesa.

Após a Primeira Guerra Mundial, Isadora foi para Moscovo, onde se casou em 1922 com o poeta soviético Serguei Essenin. O casamento durou dois anos e, em 1925, ele suicidou-se.

 

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 Isadora Duncan e Sergei Essenin.

 



Isadora estabeleceu-se na França e passou os seus últimos anos em Nice. Morreu a 14 de setembro de 1927, tragicamente, na Riviera francesa, quando a sua longa écharpe ficou presa nas rodas de um automóvel conversível durante um passeio.

 

Escreveu "A Dança" (1909) e a autobiografia "A Minha Vida" (1927). Postumamente foi publicado "A Arte da Dança" (1928).

 

In Educação.iol.com.br e Infoescola

NB: Texto editado e passado para a oralidade  de Portugal pela Equipa BE.

 

27
Mai16

Sessão de Cinema: "Epic - O Reino Secreto"

Equipa BE

Nesta sexta-feira, na tua Biblioteca Escolar, estava programado o filme "Mar de Chamas", em comemoração da efeméride do Dia do Bombeiro (28 de maio). Infelizmente, por circunstâncias alheias à nossa vontade, tal não foi possível.

 

No entanto, e porque se trata da defesa da floresta, a BE passa o filme de animação 3D/CGI "Epic - O Reino Secreto" (2013), do realizador Chris Wedge, uma maravilhosa fantasia-aventura e drama baseada no livro infantil The Leaf Men and the Brave Good Bugs de William Joyce. Neste filme entram as vozes de Beyoncé Knowles, Colin Farrell, Josh Hutcherson, Amanda Seyfried, Christoph Waltz, Aziz Ansari, Pitbull, Jason Sudeikis e Steven Tyler.  

 

O filme conta a história de Maria Katarina (voz de Amanda Seyfried) que, depois de se mudar para a casa do seu pai, encontra-se num mundo oculto aos olhos humanos - no qual o seu pai sempre acreditou. Nesse reino secreto ela recebe a grande responsabilidade, concedida pela Rainha Tara (voz de Beyoncé Knowles) de ajudar divertidas e lunáticas personagens: lesmas, lagartas, pessoas-flores, homens-folhas... entre outras. Agora, MK tem que salvar este mundo secreto da Natureza, para salvar o seu mundo também.

 

 

 

25
Mai16

"História de dois casais"

Equipa BE

"História de dois casais" ("Histoire 2 Couples" ou "2 Gether") é uma curta-metragem de animação CGI 3D premiada sobre um jovem hiperativo que se apaixona por uma jovem viciada no seu smartphone. Esta curta-metragem de animação foi criada pela talentosa equipa constituída por: William Loew, Davy Crosta, Alcindo da Conceição, Adrien Cuvit, Anne-Charlotte Benasouli e Camille Burdy, da Escola ARIES Lyon! A música é de Romain Camiolo. 

Esta curta-metragem de animação ganhou dois prémios no festival "Anima'kid' : 

- "L'Olivier d'Or" na sua categoria ("Alunos cineastas - futuros talentos")
- "L'Olivier d'Or", prémio do Júri, (todas as categorias confundidas).

 

 

 

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