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BE Castanheira de Pera

Biblioteca Escolar do Agrupamento de Escolas Dr. Bissaya Barreto - Castanheira de Pera

BE Castanheira de Pera

Biblioteca Escolar do Agrupamento de Escolas Dr. Bissaya Barreto - Castanheira de Pera

30
Jan16

Beatrice Muriel Hill Tinsley (1941-1981)

Equipa BE

Beatrice Muriel Hill Tinsley

 

 

Beatrice

 

 

Beatrice Tinsley mudou a forma como olhamos para o Universo e os seus estudos ajudaram a chegar à teoria do "Big Bang"

 

Beatrice Muriel Hill Tinsley nasceu em Chester, Inglaterra, no dia 27 de janeiro de 1941. A segunda de três irmãs, emigrou para a Nova Zelândia com a sua família após a Segunda Guerra Mundial, onde obtiveram a nacionalidade neozelandesa. A família viveu primeiro em Christchurch, e, em seguida, por muito tempo em New Plymouth. O seu pai era um clérigo.

 

Enquanto estudava em Christchurch, Tinsley casou-se com o físico e colega universitário Brian Tinsley. O casal Tinsley não teve filhos, mas adotou duas crianças. 

 

Beatrice enfrentou sérios problemas profissionais por ter casado com Brian, o seu colega na Universidade de Christchurch. Primeiro, não conseguiu arranjar emprego na instituição porque o seu marido tinha sido funcionário na mesma universidade. Depois, quando eles se mudaram em 1963 para os Estados Unidos da América, para Dallas, Texas, apesar de lhe ter sido oferecida uma bolsa no Centro de Estudos Avançados do Texas, foi excluída do trabalho permanente por ser uma mulher casada.

 

Em 1974, depois de anos de tentativas para arranjar tempo para a vida doméstica e para a carreira, ela resolveu abandonar a vida familiar para se tornar professora assistente na Universidade de Yale. 

 

Esta cientista contribuiu para desbloquear o passado e o futuro do universo

 

Beatrice percebeu que, como as galáxias são compostas por milhares de milhões de estrelas, era possível utilizar aquilo que já se sabia sobre a vida das estrelas para calcular qual seria a evolução das diferentes galáxias. Descobrindo como é que cada galáxia tinha formado as suas estrelas, Beatrice previa como ela evoluiria ao longo do tempo. A partir daqui, Tinsley calculou até modelos para diferentes tipos de galáxias. Um pequeno detalhe: tudo isto foi feito num tempo em que os computadores não conseguiam executar algoritmos.

 

A pesquisa de Tinsley foi também um instrumento importante para alterar o método tradicional com que se determinava a distância até galáxias longínquas. Isto influenciou ainda o cálculo para se chegar ao tamanho real do Universo e a sua taxa de crescimento, explica o Independent. Tudo isto determinou a formação das principais teorias que estão por detrás da origem do Universo, o chamado "Big Bang".

 

 

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Ela foi pioneira no estudo de como as populações de estrelas envelhecem e afetam a qualidade da observação das galáxias. Ela também colaborou na investigação sobre se o Universo é aberto ou fechado.

 

Universo aberto ou fechado

 

O que define se o Universo é aberto ou fechado é a massa total que existe no Cosmos. Acima de uma determinada densidade, a gravidade obriga o tecido do espaço-tempo a curvar-se, o que resulta num universo fechado. Se a densidade não for suficiente, o Universo é aberto, isto é, plano. As últimas observações indicam que o Universo é plano.

 

Astronomia e Cosmologia

 

Beatrice Tinsley foi astrónoma e cosmóloga. A diferença entre estas duas disciplinas é a seguinte: um astrónomo observa os astros do Universo e os astrofísicos estudam-nos. Um cosmólogo estuda o Universo em si, ou seja, não se preocupa com o que existe nele (exceto as galáxias), preocupa-se apenas com a sua estrutura, início e fim.

 

Ela trabalhou na Universidade de Yale até à sua morte por cancro, em 23 de março de 1981, aos quarenta anos. As suas cinzas estão enterradas no cemitério dessa famosa universidade.

 

In Media.Juss.pt e Observador.pt

NB: Texto editado pela Equipa BE.

 

29
Jan16

Sessão de Cinema: "Bullying" - Documentário

Equipa BE

Na comemoração do Dia Escolar da Não Violência e da Paz (30/01), nesta sexta-feira a tua Biblioteca Escolar passa o documentário "Bullying", produzido pelo www.thebullyproject.com.

 

Em 2011, cerca de 13 milhões de crianças norte-americanas sofreram algum tipo de bullying, seja na escola, no autocarro, em casa, no bairro em que mora ou através de telemóveis ou da internet. Este documentário procura analisar esta situação, levando em conta tanto as vítimas quanto quem pratica bullying, além do porquê de tamanho silêncio em torno do assunto, tendo como parâmetro a realidade nos Estados Unidos da América.

 

Vejam aqui o filme completo:

 

 

 

28
Jan16

30 de janeiro: Dia Internacional da Não Violência e da Paz

Equipa BE

30 de janeiro: Dia Internacional da

Não Violência e da Paz

 

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Dia 30 de janeiro celebra-se o Dia Escolar da Não Violência e da Paz. Esta foi a data do assassinato de Gandhi, um dos maiores defensores da paz!

 

Celebra-se este dia desde 1964, no sentido de sensibilizar as pessoas para o respeito e a tolerância para com os outros.

 

Neste questionário, podemos verificar o que sabemos sobre bullying:

 

https://www.goconqr.com/p/3017673

 

A seguir, explica-se mais um pouco…

 

 

 

 

27
Jan16

"Sweetest smile" e "Wonderful life", Black (1962-2016)

Equipa BE

 Black (1962-2016)

 

 

Black — "Sweetest smile":

 

 

 

 

 

Colin Vearncombe, que usava o nome artístico Black, compositor e intérprete do êxito "Wonderful Life", de 1987, morreu aos 53 anos. O músico encontrava-se em estado crítico na Irlanda, desde que sofreu um acidente de viação, há duas semanas, perto do aeroporto de Cork, e ficou em coma induzido.

 

Nascido em Liverpool em 1962, Vearncombe tinha uma carreira de 35 anos na música, tendo lançado o primeiro single, Human Features, em 1981. Em junho de 1987, com apenas 25 anos, conseguiu o seu primeiro top10 com o tema Sweetest Smile. Mas o grande êxito da sua carreira foi Wonderful Life. A canção foi escrita e editada em 1985, mas só dois anos depois se tornou um êxito global.

 

Vearncombe vivia na Irlanda, com a mulher e os quatro filhos. Além da música, escreveu também livros de poesia e apresentou as suas obras de arte em várias exposições de arte na Irlanda nos últimos anos.

 

Black — "Wonderful life":

 

 

 

 

In DN/Artes.pt

 

27
Jan16

"Aparência e Realidade - Linguagem do corpo"

Equipa BE

"Aparência e Realidade - Linguagem do corpo" (2014 ), é uma curta-metragem de animação húngara realizada por Zhenia Pavlenko e Elena Rogova, do Amix Film Studio, com música original e som do Have-Rock Stúdió, que mostra que aquilo que sentimos pode ser muito diferente do que demonstramos.

 

No dia a dia utilizamos diversas expressões e formas de comunicação não verbal - comportamentos - gestos - máscaras... Alguns conscientes e intencionais, mas outros, muitos, inconscientes e sistemicamente ligados à nossa historia de vida, cultura, histórico familiar-ancestral, biologia...

Quanto mais conscientes somos da nossa comunicação, verbal e não verbal, mais presentes estamos na nossa realidade, podendo desta forma atuar, em vez de simplesmente reagir.

Exemplificando: Perpassa pelo nosso corpo e rosto, uma linguagem mental, uma linguagem afetiva, uma linguagem instintiva, muitas vezes contraditórias entre si, buscando expressar cada qual à sua maneira dentro das possibilidades da Realidade Externa e Realidade Interna.

Onde a boca cala, o corpo fala...

 

 

 

27
Jan16

Grandes Portugueses: Aristides de Sousa Mendes

Equipa BE

"Grandes Portugueses", foi uma série de documentários da RTP1, apresentados por Maria Elisa, para o concurso que elegeria, através dos votos dos espectadores, o maior Português de sempre da História de Portugal.

 

Neste episódio, José Miguel Júdice conta-nos a história e coragem de Aristides Sousa Mendes, cônsul de Portugal em Bordéus, na França, que salvou cerca de 30 000 pessoas das garras dos Nazis, contrariando as ordens de Salazar, e que é justamente apelidado de o "Schindler português", com homenagens em vários países, incluindo Israel, onde é considerado um "Justo entre as Nações".

 

 

 

27
Jan16

Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto

Equipa BE

holocausto

 

 

Mensagem de Irina Bokova, diretora-geral da UNESCO, por ocasião do Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, 27 de janeiro de 2015

Neste dia, há exatamente 70 anos, as tropas do Exército Vermelho descobriram Auschwitz-Birkenau, o campo de concentração e extermínio da Alemanha nazi, onde elas libertaram milhares de prisioneiros exaustos. Aproximadamente 1,1 milhão de pessoas já haviam morrido, incluindo cerca de 1 milhão de judeus, bem como polacos, ciganos, prisioneiros de guerra soviéticos e outros prisioneiros e deportados de toda a Europa.

 

Em nome da ideologia racista, cujo elemento central era o ódio contra os judeus, milhões de pessoas de todas as idades e condições foram assassinadas a uma escala continental. Auschwitz-Birkenau estava, juntamente com Belzec, Chelmno, Majdanek, Sobibor e Treblinka, no cerne dessa matança industrial, que custou a vida de aproximadamente 6 milhões de judeus. Esse colapso dos valores e dos direitos humanos não é a história de apenas um povo ou de uma região: é a nossa história comum. A transmissão dessa história lança luz sobre os mecanismos de exclusão e violência que nós encontramos, em várias formas, em certas regiões do mundo atual. Ela lembra-nos que o fanatismo tem como alvo tanto a destruição física de pessoas como a eliminação da sua cultura e do seu património. Ela força-nos a abrir nossos olhos para a realidade atual do antissemitismo e para o combater de forma incansável.

  

A UNESCO foi fundada há 70 anos, como consequência do Holocausto, exatamente para prevenir o regresso da loucura criminosa dos nazis e dos seus colaboradores, por meio da utilização dos recursos da educação e da cultura, pelo fortalecimento da solidariedade intelectual e moral dos povos, como garantias da igualdade e da dignidade de todas as mulheres e todos os homens. Este Dia Internacional traz para o centro das atenções os princípios fundamentais que sustentam todas as nossas ações e a necessidade absoluta de que eles sejam aplicados na atualidade.

 

A educação sobre a história do Holocausto é uma parte essencial dessa luta, que requer o comprometimento total de professores, dos media e de todos os atores sociais. Ela deve ajudar-nos a prevenir futuros genocídios. Ela deve oferecer proteção aos jovens contra o discurso do ódio, o racismo e o antissemitismo, e para que eles não sejam enganados pelas várias formas que esses processos apresentam na atualidade. Esse trabalho envolve a resposta, ponto a ponto, a todos aqueles que negam o Holocausto ou que relativizam os crimes cometidos contra os judeus, de forma a procurar justificar e perpetuar o ódio que causou o genocídio.

 

Setenta anos após Auschwitz, essa luta continua até aos dias atuais, porque o racismo e o antissemitismo, baseados na ignorância e no preconceito, continuam a matar homens e mulheres. Os sobreviventes que nós homenageamos neste ano transmitem-nos uma mensagem de vigilância, que nós devemos ouvir e colocar em prática. Em nome deste património partilhado, eu clamo a todos os Estados-membros a ensinarem nas escolas a história do Holocausto, bem como a tornarem prioridade educacional a prevenção do genocídio e de crimes em massa. Na luta contra o fanatismo que matou no passado e que continua a matar no presente, eu chamo a todos para reafirmar, mais do que nunca, a crença fundadora da UNESCO: “uma vez que as guerras se iniciam nas mentes dos homens, é nas mentes dos homens que devem ser construídas as defesas da paz”.

 

In UNESCO.org

NB: O texto foi passado para a oralidade de Portugal pela Equipa BE.

 

27
Jan16

"Holocausto - A execução do Mal" - Canal História

Equipa BE

"Holocausto - A execução do Mal" (2011), do Canal História, um documentário que mostra como era a logística e o planeamento por trás da máquina de extermínio nazi que matou 6 milhões de pessoas, percorrendo os arquivos da Europa Oriental, do Museu do Holocausto em Washington e dos laboratórios de restauração do museu Yad Vashem em Israel.

 

Além de se apoiar nos documentos dos arquivos para nos recontar as histórias de perseguição, roubo e morte, este documentário conta com o depoimento dos sobreviventes sobre a dura realidade que tiveram que viver.

 

 

 

 

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