Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

BE Castanheira de Pera

Biblioteca Escolar do Agrupamento de Escolas Dr. Bissaya Barreto - Castanheira de Pera

BE Castanheira de Pera

Biblioteca Escolar do Agrupamento de Escolas Dr. Bissaya Barreto - Castanheira de Pera

31
Jul15

Esta sexta-feira olhem para o céu. É noite de lua azul

Equipa BE

Esta sexta-feira olhem para o céu.
É noite de lua azul

 

blue-moon-background-2068-hd-wallpapers1-e1424496571569-950x350_c

 

No dia 31 de julho, a segunda lua cheia do mês vai subir aos céus e roubar protagonismo às estrelas. O fenómeno é raro e conhecido por "lua azul".

 

Na próxima sexta-feira, 31 de julho, vai ser possível testemunhar — na maior parte do globo — uma lua azul. Trata-se de um fenómeno raro e, ao contrário do que se possa pensar, não tem nada que ver com a cor da lua. A expressão é usada para designar a segunda lua cheia num único mês (a primeira foi no dia 2 de julho). A raridade do evento dá então sentido à frase inglesa “once in a blue moon”.

 

O fenómeno só acontece uma vez em três anos, pelo que a última lua azul que “subiu” aos céus foi a 31 de agosto de 2012, lembra o espanhol ABC. E caso não tenham tempo para admirar o único planeta satélite da Terra em toda a sua magnitude esta sexta-feira, reservem o próximo dia 31 de janeiro de 2018 — data da próxima lua azul.

 

O facto de existirem duas luas cheias num mesmo mês deve-se às diferenças entre o calendário civil e o lunar — enquanto os nossos meses podem ter uma duração variável entre 28 e 31 dias, no caso dos lunares o ciclo é sempre o mesmo, isto é, de 29,5 dias (aproximadamente). Por esse motivo, não é de estranhar que, volta e meia, duas luas cheias roubem protagonismo às estrelas num mesmo mês.

 

In Observador

NB: Texto editado pela Equipa BE.

 

 

26
Jul15

Dia Mundial dos Avós

Equipa BE

Dia-dos-Avós

 

 

Em Portugal, o Dia dos Avós celebra-se a 26 de julho. A celebração do dia dos avós é feita através de eventos e de atividades que prestam homenagem e que pretendem demonstrar carinho e apreço a todos os avós.

 

Netos e filhos presenteiam simbolicamente os seus avós, de forma a agradecer o apoio e dedicação destes à família e mostrar o quanto eles são importantes para os seus familiares.

Origem da data

A data escolhida para a celebração do Dia dos Avós é o dia 26 de julho, por este ser o dia de Santa Ana e São Joaquim, pais de Maria e avós de Jesus Cristo.

 

In Calendarr.Portugal

 

23
Jul15

"Back to Black", Amy Winehouse

Equipa BE

Foi há quatro anos que Amy Winehouse faleceu de intoxicação alcoólica, após um período de abstinência.

 

Amy Jade Winehouse (1983-2011) foi uma cantora e compositora britânica conhecida pelo seu poderoso e profundo contralto vocal e sua mistura eclética de géneros musicais, incluindo soul, jazz e R&B. Com apenas dois álbuns gravados em estúdio, conquistou o mundo, deixando um legado musical inesquecível.

 

Amy Winehouse — "Back to Black":

 

 

 

 

23
Jul15

NASA revelou descoberta de planeta muito semelhante à Terra

Equipa BE

NASA revelou descoberta de planeta
muito semelhante à Terra

Terra2FRENTE

A Agência Espacial Norte-Americana (NASA) anunciou esta tarde em conferência de imprensa a descoberta de um novo planeta com características muito parecidas com as da Terra.

 

No planeta Kepler 452b um ano dura 385 dias. Situado a uns 1400 anos-luz do nosso, este planeta é maior do que a Terra, com cerca de cinco vezes a massa e com um equador perto de 60% maior.

 

Tem a temperatura ideal para a existência de água no estado líquido, orbitando uma estrela muito semelhante ao nosso sol.

 

O Kepler 452b foi descoberto no âmbito da missão do telescópio Kepler, cujo objectivo é o de encontrar exoplanetas situados na «zona habitável» das respectivas estrelas.

 

Na mesma ocasião foram apresentados outros 11 planetas, mas apenas o Kepler 452b foi confirmado como estando localizado na «zona habitável» de uma estrela da mesma categoria do sol, explicou a NASA.

 

No entanto, nota o New York Times, ainda não se sabe se este é um planeta rochoso ou gasoso, isto é, se tem de facto uma superfície ou não.

 

O novo planeta é muito mais velho do que a Terra, cerca de seis mil milhões de anos (6 000 000 000 de anos), o que é tempo mais do que suficiente para que se tenha desenvolvido vida, caso se confirme que há condições para tal.

 

A apresentação desta quinta-feira coincidiu com o 20.º aniversário da descoberta do primeiro planeta fora do sistema solar que orbitava uma estrela semelhante ao nosso sol.

 

Essa descoberta, recorda o DN, foi feita por dois cientistas da Universidade de Genebra, Michel Mayor e Didier Queloz, em 1995.

 

Uma das descobertas mais recentes foi a de um sistema solar com cinco planetas idênticos à Terra, encontrado por um grupo liderado pelo português Tiago Campante, da Universidade de Birmingham, no Reino Unido, acrescenta a publicação na edição online.

 

In Diário Digital

 

20
Jul15

Poema do Homem Novo

Equipa BE

Neil-Armstrong-Luna-4

 

 

Poema do Homem Novo

 

Neil Armstrong pôs os pés na Lua
e a Humanidade saudou nele
o Homem Novo.
No calendário da História sublinhou-se
com espesso traço o memorável feito.

Tudo nele era novo.
Vestia quinze fatos sobrepostos.
Primeiro, sobre a pele, cobrindo-o de alto a baixo,
um colante poroso de rede tricotada
para ventilação e temperatura próprias.
Logo após, outros fatos, e outros e mais outros,
catorze, no total,
de película de nylon
e borracha sintética.
Envolvendo o conjunto, do tronco até aos pés,
na cabeça e nos braços,
confusíssima trama de canais
para circulação dos fluidos necessários,
da água e do oxigénio.

A cobrir tudo, enfim, como um balão ao vento,
um envólucro soprado de tela de alumínio.
Capacete de rosca, de especial fibra de vidro,
auscultadores e microfones,
e, nas mãos penduradas, tentáculos programados,
luvas com luz nos dedos.

Numa cama de rede, pendurada
da parede do módulo,
na majestade augusta do silêncio,
dormia o Homem Novo a caminho da Lua.
Cá de longe, na Terra, num borborinho ansioso,
bocas de espanto e olhos de humidade,
todos se interpelavam e falavam,
do Homem Novo,
do Homem Novo,
do Homem Novo.

Sobre a Lua, Armstrong pôs finalmente os pés.
Caminhava hesitante e cauteloso,
pé aqui,
pé ali,
as pernas afastadas,
os braços insuflados como balões pneumáticos,
o tronco debruçado sobre o solo.

Lá vai ele.
Lá vai o Homem Novo
medindo e calculando cada passo,
puxando pelo corpo como bloco emperrado.

Mais um passo.
Mais outro.
Num sobre-humano esforço
levanta a mão sapuda e qualquer coisa nela.
Com redobrado alento avança mais um passo,
e a Humanidade inteira,
com o coração pequeno e ressequido,
viu, com os olhos que a terra há-de comer,
o Homem Novo espetar, no chão poeirento da Lua, a bandeira da sua Pátria,
exactamente como faria o Homem Velho.



António Gedeão, in 'Novos Poemas Póstumos'

 

20
Jul15

O primeiro homem na lua

Equipa BE

O Primeiro Homem na Lua

 

 

Apollo 11 foi a quinta missão tripulada do Programa Apollo e a primeira a realizar uma alunagem, no dia 20 de julho de 1969. Tripulada pelos astronautas Neil Armstrong, Edwin 'Buzz' Aldrin e Michael Collins, a missão cumpriu a meta proposta pelo Presidente John F. Kennedy em 25 de maio de 1961, quando, perante o Congresso dos Estados Unidos, afirmou que:

 

                      "Eu acredito que esta nação deve comprometer-se em alcançar a meta, antes do final desta década, de pousar um homem na Lua e trazê-lo de volta à Terra em segurança"
— Pres. Kennedy, 25 de maio de 1961.

 

Composta pelo módulo de comando Columbia, o módulo lunar Eagle e o módulo de serviço, a Apollo 11, com seus três tripulantes a bordo, foi lançada de Cabo Canaveral, na Flórida, às 13:32 UTC de 16 de julho, na ponta de um foguete Saturno V, sob o olhar de centenas de milhares de espectadores que enchiam estradas, praias e campos em redor do Centro Espacial Kennedy e de milhões de espectadores pela televisão em todo o mundo, para a histórica missão de oito dias de duração, que culminou com as duas horas e quarenta e cinco minutos de caminhada de Armstrong e Aldrin na Lua.

 

Neil Armstrong, Edwin “Buzz” Aldrin e Michael Collins, os tripulantes da nave Columbia e integrantes da missão Apollo 11, tiveram um lançamento perfeito da Terra, uma jornada longa e calma para a Lua e uma rotineira ignição dos motores para colocá-los em órbitalunar. O seu destino era um local chamado Mar da Tranquilidade, uma grande área plana, formada de lava basáltica solidificada, na linha equatorial da face brilhante do satélite. Após a separação dos módulos da Apollo, enquanto Michael Collins ficava no Módulo de Comando Columbia numa órbita cem quilómetros acima do satélite, Armstrong e Aldrin começaram a sua descida ao Mar da Tranquilidade a bordo do Módulo Lunar Eagle.

 

Em todas as direções que se olhasse, a terra lunar era como o solo plano de uma planície. O horizonte circular era quebrado aqui e ali por suaves bordas de distantes crateras. A meia distância, Armstrong e Aldrin podiam ver pedras arredondadas e cumes, alguns deles com talvez 7 ou 60 m de altura. Bem próximo, uma mistura de crateras deformava a superfície e havia pequenas rochas e seixos espalhados por toda parte. Era um local plano e nivelado, mas pequenas variações davam às redondezas uma delicada beleza própria. E é claro, por ser este o pouso pioneiro na Lua, tudo era de enorme interesse.

 

Finalmente, cerca de seis horas e meia após o pouso, abriram a escotilha do Módulo Lunar e Armstrong rastejou em direção a saída; primeiro os pés, depois as mãos e os joelhos. Instantes depois pisou o degrau mais alto da escada, em frente à bancada de trabalho da nave, onde estavam acondicionados os equipamentos científicos a serem usados na missão. A mais importante peça de equipamento era, sem dúvida, a câmara de televisão a preto e branco. Para os astronautas o pouso tinha sido o grande momento da missão. Mas para o mundo que aguardava ansioso, o grande momento ainda estava por vir.

 

Neil Armstrong precisou de dar um salto de um metro do último degrau da escada até ao protetor das patas do Módulo. Dali estava apenas a dois centímetros de pisar na superfície lunar propriamente dita. Parou no suporte por um momento, testando o chão com a ponta de suasbotas, antes de finalmente pisar no solo e dizer a frase épica da Era Espacial:

 

Cquote1.svg É um pequeno passo para o homem, um salto gigantesco para a humanidade. Cquote2.svg

 

In Wikipédia

16
Jul15

Uma Viagem à Birmânia

Equipa BE

 Uma Viagem à Birmânia

 

 

Conhecer outros lugares e culturas milenares... Uma viagem à Birmânia (atual República da União de Mianmar), onde se veem belíssimos monumentos e paisagens das cidades de Yangon (antiga Rangoon), Bagan, Pyin oo Lwin, Mandalay, Inle Lake, filmados por Jacob e Katie Schwarz, com o patrocínio de Harmonic.


“Espreitando por esta janela, outros sítios, outros ritos, outra gente. E eu olhando do lado de cá, aprendendo a diferença, sentindo as igualdades.”

 

"A Voice in Svay Pak", música de Tony Anderson.

 

 

 

Copyright © 2014 Mystery Box, LLC. Todos os direitos reservados.

Vídeo filmado em 4K, uma nova técnica utilizada na televisão a três dimensões.

 

15
Jul15

Maria Callas (1923-1977)

Equipa BE

Maria Callas

 

Maria-Callas-11

 

 

Maria Callas nasceu em 2 de dezembro de 1923, na cidade de Nova Iorque, de pais gregos.  Desde muito nova que Maria mostrou o seu talento musical no bel-canto

 

Os seus pais divorciaram-se quando ela tinha 13 anos e Maria foi para a Grécia, com a sua mãe e irmã. Depressa mereceu um lugar no prestigiado Conservatório de Atenas.

 

Aos 18 anos participou na ópera "Tosca". Seguiu depois para Itália para consolidar o seu nome como diva da ópera, trabalhando com o maestro Tullio Serafin em sucessos como "Turandot" e "Tristão e Isolda". A sua interpretação de Elvira na ópera Os Puritanos (Veneza, 1949), fez dela uma estrela internacional.

 

Ela encontrou amor e apoio ao casar com Giovanni Battista Meneghini em abril de 1949.

 

3

 Maria Callas com o marido, Giovanni Battista Meneghini.

 

 

Ao longo da década de 50, Maria ascendeu cada vez mais alto no firmamento das estrelas da ópera, no mundialmente famoso La Scala de Milão, onde ela fez a lendária gravação de Tosca, em 1953.

 

Em 1954, ela transformou-se, ressurgindo com uma beleza glamorosa. A sua carreira tornou-se então global: foi a cantora principal no exclusivo Met, em Nova Iorque, no The Lyric, em Chicago, e na Royal Opera House, em Londres. Ela tornou-se a derradeira Diva.

 

A história do seu sucesso sofreu, entretanto, um revés: os tablóides acossaram Maria, chamando-a injustamente de prima donna obcecada consigo mesma. A conhecida má relação que mantinha com a mãe enchia constantemente as colunas sociais das páginas da imprensa.

 

Em 1959 ela começou um caso amoroso com o multimilionário grego Aristóteles Onassis, que iria pôr um ponto final no casamento dela. Eles viveram juntos em Monte Carlo (Mónaco), onde a Princesa Grace se tornou a amíga mais próxima de Maria.

 

article-1326307-0BE27FFF000005DC-579_468x454

 Maria Callas com Aristóteles Onassis.

 

 

1-3

 Maria Callas e a pincesa Grace do Mónaco.

 

 

Em 1965, já com a sua saúde debilitada, Maria Callas cantou pela última vez no palco. Fiel a si mesma, ela permaneceu uma mulher forte ao longo da década de 60 até que o seu amor por Onassis foi cruelmente desprezado por este, quando ele, subitamente, se casou com Jackie Kennedy (viúva do presidente norte-americano John Kennedy).

 

ceb1cf81ceb9cf83cf84cebfcf84ceadcebbceb7cf82-cf89cebdceaccf83ceb7cf82

Dia do casamento de Aristóteles Onassis com Jackie Kennedy.

 

 

De coração destroçado, ela retirou-se para Paris para viver o resto dos seus dias em reclusão. Maria faleceu de ataque cardíaco aos 53 anos, em 16 de setembro de 1977. 

 

As suas cinzas retornaram à Grécia e foram espalhadas pelo mar Egeu.

 

Ela permanece reverenciada até hoje como uma das maiores estrelas de ópera que o mundo alguma vez viu.

 

Em baixo, a vida de Maria Callas numa lindíssima animação, ao som da ária "O mio babbino caro" (Oh meu papá querido"), da ópera "Gianni Schicci" (1918), de Giacomo Puccini, cantada por Maria Callas.

 

 

 

 

Pág. 1/4