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BE Castanheira de Pera

Biblioteca Escolar do Agrupamento de Escolas Dr. Bissaya Barreto - Castanheira de Pera

BE Castanheira de Pera

Biblioteca Escolar do Agrupamento de Escolas Dr. Bissaya Barreto - Castanheira de Pera

30
Jun15

57 maravilhas de Portugal para visitar sem sair de casa

Equipa BE

57 maravilhas de Portugal para visitar

sem sair de casa

 

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Poderá ver ao detalhe, numa visita a 360 graus, 57 monumentos que a partir de hoje estão disponíveis online a partir das páginas da Google ou da Google Maps.

 

Mais de 50 locais, entre monumentos, castelos ou paisagens, já podem ser "visitados" virtualmente, por qualquer cibernauta, em todo o mundo, através de um instrumento da Google, uma forma de valorizar a cultura e o turismo de Portugal.

 

O projeto "Maravilhas de Portugal", hoje apresentado em Lisboa, é uma iniciativa da Direção-Geral do Património Cultural e da multinacional Google, e junta tecnologia, cultura, promoção turística e cultural, numa projeção que o secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier, espera que "possa valorizar, por um lado, a cultura por si só e, por outro, as visitas a Portugal".

 

"A importância [deste projeto] é muito grande, sendo a Google o maior motor de busca do mundo", disse Jorge Barreto Xavier, realçando "a possibilidade [de ter], com o pormenor e o detalhe, uma visita a 360 graus, ao conjunto dos 57 monumentos que, a partir de hoje, estão disponíveis 'online' para todo o mundo".

 

O governante falava aos jornalistas, na Torre de Belém, um dos monumentos da lista a visitar, no final da apresentação dos novos locais disponibilizados no projeto de digitalização do património português, que, desde 2012, permite visualizar pontos de interesse cultural, natural e arquitetónico.

 

Mosteiro dos Jeróminos, Palácios de Queluz ou da Pena, Baixa Pombalina, Praça do Império, Sé da Braga, Muralhas da Vila de Óbidos, Castelo de Guimarães, Mosteiro da Batalha, Alto Douro Vinhateiro ou a Serra da Estrela são alguns dos locais que podem ser vistos, em imagens visita virtual, a partir da página de Internet da Google ou da Google Maps.

 

(...)

 

In DN.Portugal.pt com a Lusa

 

 

26
Jun15

Dia Internacional de Apoio às Vitimas de Tortura

Equipa BE

26

 

 

O Dia Internacional de Apoio às Vitimas de Tortura é o dia 26 de junho.

 

O objetivo deste dia é alertar para a necessidade de apoio a todas as vítimas de tortura, que sofrem maus tratos silenciosamente e frequentemente por todo o mundo. A data sublinha que a tortura é uma violação dos Direitos Humanos e um crime. O apelo é feito sobretudo aos Estados, que se devem prontificar a erradicar a prática da tortura.

 

O Dia Internacional de Apoio às Vítimas de Tortura foi instituído em 1997 pela Assembleia Geral das Nações Unidas, com vista à erradicação da tortura e à aplicação da Convenção contra a Tortura e Outras Penas ou Tratamentos Cruéis, Desumanos ou Degradantes (resolução 39/46, criada a 26 de junho de 1987).

 

O apoio à vítima em Portugal faz-se pela APAV e começa com uma chamada gratuita para a linha de apoio das 9h às 19h dos dias úteis (número 116 006).  

 

In Calendarr.Portugal

 

26
Jun15

Estes braços erguidos valem ouro

Equipa BE

Estes braços erguidos valem ouro

 

2015-06-25-Telma-Monteiro

 

Não é surpresa e ainda bem: Telma Monteiro venceu a medalha mais desejada no judo. Este é o mundo maravilhoso da agora pentacampeã europeia

Não foi a primeira nem a segunda vez que o fez — na verdade, já se tornou um hábito bom. Telma Monteiro somou esta quinta-feira o quinto título europeu.

 

A judoca portuguesa já tinha quatro medalhas de ouro em europeus e conquistou mais uma esta quinta-feira, ao vencer a húngara Hedvig Karakas (11.ª do ranking mundial) nos I Jogos Europeus, que decorrem em Baku, no Azerbaijão. 

 

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 Telma Monteiro, com a medalha de ouro.

 

A adversária até entrou melhor, mas Telma Monteiro conseguiu aguentar a entrada forte da sua oponente, assumindo o estatuto de melhor do mundo e acabando mesmo por ser mais forte no decisivo combate, que durou 1min.46s. É a terceira vez que a judoca lusa se sagra campeã europeia na categoria -57kg — as outras duas aconteceram na categoria -52kg.

 

In Expresso/Desporto.pt.

 

 

25
Jun15

O Fenacistoscópio da Lara

Equipa BE

O Fenacistoscópio da Lara

 

Durante as sessões do Clube Cinanimar do 2.ºPeríodo, a Lara Silva executou um fenacistoscópio em cartolina. Utilizando um simples compasso, a aluna traçou circunferências concêntricas sobre uma folha de cartolina que depois dividiu em doze partes iguais com o mesmo compasso e uma régua. Depois, cortou e recortou o fenacistoscópio com uma tesoura, com muito cuidado, sem se esquecer das doze aberturas. Por fim, traçou uma circunferência num papel cavalinho, dividiu-a e criou um desenho com movimento, através de círculos, e pintou-o. 

 

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Podemos ver aqui o pormenor do desenho:

 

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O fenacistoscópio, montado num lápis com um pionés no centro, em movimento: parece que os círculos se movimentam e aumentam e diminuem de tamanho!

 

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No 3.º Período, a Lara animou o seu fenacistoscópio. Primeiro, tirou 24 fotografias, manipulando o fenacistoscópio em rotação lenta. Depois, com recurso ao Movie Maker da Microsoft, uma técnica básica de animação que também podes experimentar no teu computador, montou as fotografias e aplicou-lhe a sua música preferida: uma música da série televisiva da SIC "Uma Aventura", baseada na obra homónima das escritoras Isabel Alçada e Ana Maria Magalhães. Ficou giro, querem ver?

 

 

 

 

23
Jun15

Morreu James Horner, compositor de Avatar e Titanic

Equipa BE

 Morreu James Horner, compositor de

Avatar e Titanic

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 James Horner (1953-2015)

 

Morreu nesta segunda-feira o compositor James Horner, responsável por grandes sucessos musicais na indústria cinematográfica de Hollywood. É ele o autor de bandas sonoras de filmes como Titanic e Avatar. O músico de 61 anos morreu num acidente aéreo.

 

Segundo a revista Variety, o compositor morreu devido à queda do seu avião pessoal em Santa Barbara, Califórnia, EUA, que pilotava. Era o único a bordo.

 

Com o filme Titanic, de James Cameron, em 1997, Horner recebeu dois Óscares, um pela banda sonora e outro para melhor canção original com o tema My heart will go on, cantado por Celine Dion. Neste último, o músico dividiu o prémio com o compositor Will Jennings. Ao todo, venderam-se mais de 27 milhões de cópias em todo o mundo desta banda-sonora.

 

James Horner foi ainda nomeado oito vezes com a música de produções cinematográficas como Avatar (2009), Uma Mente Brilhante (2001), Apollo 13 (1995), Braveheart (1995) ou o segundo filme da saga Alien (1986).

 

A sua parceria com James Cameron tornou-o no compositor dos dois filmes mais lucrativos de sempre em Hollywood: Avatar fez mais de 5 mil milhões de euros em bilheteiras e Titanic somou 4,4 mil milhões de euros.

 

 

 

 

Numa entrevista em 2009 ao Los Angeles Times, Horner descrevia o seu trabalho como algo essencial ao público. A música ajuda a que o público sinta o que se passa no ecrã. “O meu trabalho é certificar-me de que isso acontece”, dizia então. “Quando perdemos uma personagem, quando alguém ganha, quando alguém perde, quando alguém desaparece – em todas as vezes eu controlo, constantemente, o que é suposto o coração sentir.”

 

Horner começou a estudar música aos cinco anos quando começou a ter lições de piano. Estudou no Royal College of Music, em Londres, antes de se mudar para a Califórnia nos anos 1970. Já nos Estados Unidos, continuou os estudos na área da música, dedicando-se à composição. O seu primeiro grande trabalho como compositor aconteceu em 1982 quando compôs a banda sonora de Star Trek II: The Wrath of Khan, de Nicholas Meyer. Começava assim a sua aventura em Hollywood, onde trabalhou com nomes maiores da arte como George Lucas, Steven Spielberg ou Oliver Stone, além de James Cameron e Ron Howard. James Horner tem hoje o seu crédito em 158 composições para filmes, televisão e documentários.

 

“Era um dos melhores compositores de cinema da nossa geração”, reagiu Alan Menken, músico compositor de oito Óscares, cujo trabalho inclui A Pequena Sereia, A Bela e o Monstro ou Aladino. “O seu trabalho era comovente, emocionantemente poderoso e amplamente evocativo. Apesar de só nos termos encontrado em algumas ocasiões, vou valorizar sempre a sua memória e o seu maravilhoso trabalho”, acrescentou ainda.

 

In Público.pt

 

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