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BE Castanheira de Pera

Biblioteca Escolar do Agrupamento de Escolas Dr. Bissaya Barreto - Castanheira de Pera

BE Castanheira de Pera

Biblioteca Escolar do Agrupamento de Escolas Dr. Bissaya Barreto - Castanheira de Pera

29
Abr14

Dia Mundial da Dança

Equipa BE

 

 

 

Dia Internacional da Dança ou Dia Mundial da Dança comemorado no dia 29 de abril, foi instituído pelo CID (Comissão Internacional da Dança) da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) no ano de 1982.

 

Ao criar o Dia Internacional da Dança, a UNESCO escolheu o dia 29 de abril por ser a data de nascimento do mestre francês Jean-Georges Noverre (1727-1810). Ele ultrapassou os princípios gerais que norteavam a dança do seu tempo para resolver problemas de execução da obra. A sua proposta era conferir expressividade à dança por meio da pantomima, a simplificação na execução dos passos e a subtileza nos movimentos. Noverre se destaca na História por ter escrito um conjunto de cartas sobre o balé de sua época, “Lettres sur la Danse”.

 

No Dia Mundial da Dança, além de poderes ver as coregrafias da grande cenógrafa e bailarina Pina Bausch, e consultar livros sobre a dança, deixamos-te aqui alguns vídeos sobre a dança.

 

 

 

 

 

"Thought of You", curta-metragem realizada e animada por Ryan Woodward:

 

 

 

 

 

A apresentação notável do Duo Flama no concurso "Ucrânia tem Talento", na interpretação da canção"Je t'aime", cantado por Lara Fabian:

 

 

 

 

 

 

A atuação de dança robótica do japonês Kenichi Ebina no concurso "América Tem Talento":

 

 

 

 

 

29
Abr14

O 25 de Abril de 1974: as canções de resistência no Brasil

Equipa BE

25 de Abril 

Revolução portuguesa inspirou 

músicas brasileiras de resistência

Chico Buarque, com "Tanto Mar", foi um dos músicos brasileiros

a abordar a Revolução dos Cravos na sua obra.

 

  

A revolução portuguesa do 25 de Abril de 1974 foi inspiração para muitos artistas brasileiros da época, que aproximaram pela música a realidade política e social dos dois países.  

Em abril de 1974, enquanto a revolução ocorria em Portugal, o Brasil vivia o décimo ano da sua ditadura militar, que duraria até 1985. 

Em "Tanto Mar" (1975), Chico Buarque retrata a vontade de viver a mesma "festa" que os portugueses. 

"Sei que estás em festa pá / fico contente / E enquanto estou ausente / guarda um cravo para mim", diz a primeira estrofe da canção. "Lá faz primavera pá / cá estou doente / manda urgentemente / algum cheirinho de alecrim", completam os últimos versos da música. 

A canção - recentemente citada pelos Linda Martini, no tema "Febril" - foi censurada no Brasil e lançada em 1978, com versos diferentes: "Foi bonita a festa, pá / fiquei contente / E inda guardo, renitente / um velho cravo para mim". A última estrofe também foi alterada: "Canta a primavera, pá / cá estou carente / Manda novamente / algum cheirinho de alecrim". 

 

Entrevista a Chico Buarque em 1978, com as duas versões da canção "Tanto Mar":

 

 

 

 

 

 

O cantor português Roberto Leal, que em 1974 já vivia no Brasil, afirma que os dois países são "parceiros naturais", devido à cultura lusófona, e que, por isso, os compositores brasileiros procuraram em Portugal referências sobre o que estavam a sofrer no seu país.  

"Eu estava no começo de carreira, e fui convidado para cantar 'Grândola, Vila Morena', a música que embalou a revolução. Foi um momento que me abriu os olhos para o que estava acontecendo", contou à Lusa Roberto Leal.  

Já a dupla Kleiton e Kledir lançou a música "Vira Virou", considerada um fado brasileiro, em 1980. "Vou voltar na primavera / Era tudo o que eu queria / Levo terra nova daqui / Quero ver o passaredo / Pelos portos de Lisboa / Voa, voa que chego já" é um trecho da canção, que também foi gravada pelo grupo MPB4 e pela argentina Mercedes Sosa, em espanhol. 

"Quando falo a frase 'Levo terra nova daqui', significa em parte que estamos juntos nessa luta de renovação. Aprendemos com Portugal e desejamos que nossas experiências positivas, as lutas no Brasil, também tenham reflexos", afirmou à Lusa Kleiton Ramil, compositor da música. 

Ramil revelou que escreveu a canção após conhecer Lisboa, em 1979."Para um brasileiro, pisar pela primeira vez em terras lusitanas é, no mínimo, mágico" e "senti a necessidade de criar algo que eternizasse essa experiência que mudou a minha vida", contou à Lusa. 

O cantor disse ter encontrado sentimentos de orgulho e de renovação em Lisboa. Para ele, a Revolução dos Cravos foi uma "brisa de alento", que vinha do outro lado do oceano para "reforçar as iniciativas no Brasil em busca de melhores dias". 

Ramil também afirmou que se orgulha de que a canção se tenha tornado num símbolo de mudança. No comício realizado em 1984 frente à igreja da Candelária, no Rio de Janeiro, cantou "Vira Virou" e foi acompanhado pela multidão que pedia o regresso da democracia.  

"A canção está ancorada no amor declarado a Lisboa, mas foi elevada acima disso, como símbolo de amor à liberdade", realçou. 

 

AGÊNCIA LUSA 

Foto Getty Images

 

 

A dupla Kleiton e Kledir, com a sua canção "Vira, virou":

 

 

 

 

 



Grupo Mas Bah!, outra interpretação da canção "Vira, virou":

 

 

 

 

 

 

25
Abr14

Portugal: A Revolução do 25 de Abril de 1974

Equipa BE

Hoje comemoram-se os 40 anos de aniversário da Revolução do 25 de Abril de 1974. Sabes porque é que aconteceu esta Revolução? Não? Tens de ler este pequeno e esclarecedor resumo, extraído do "site" da Texto Júnior:

 

 

 

Portugal: a Revolução de 25 de Abril de 1974
 
  • Naturalmente que já ouviste falar no 25 de Abril de 1974, mas provavelmente não conheces as coisas como os teus pais ou os teus avós que viveram nesta época. 
    Sabias que o golpe de estado do 25 de Abril de 1974 ficou conhecido para sempre como a "Revolução dos Cravos"? 

  • Diz-se que foi uma revolução porque a política do nosso País se alterou completamente. 

    Mas como não houve a violência habitual das revoluções (manchada de sangue inocente), o povo ofereceu flores (cravos) aos militares que os puseram nos canos das armas. 

  • Em vez de balas, que matam, havia flores por todo o lado, significando o renascer da vida e a mudança! 
                                                                                                                   António de Oliveira Salazar
  • O povo português fez este golpe de estado porque não estava contente com o governo de Marcelo Caetano, que seguiu a política de Salazar (o Estado Novo), que era uma ditadura. Esta forma de governo sem liberdade durou cerca de 48 anos! 

  • Enquanto os outros países da Europa avançavam e progrediam em democracia, o regime português mantinha o nosso país atrasado e fechado a novas ideias.
  • Sabias que em Portugal a escola só era obrigatória até à 4ª classe? Era complicado continuar a estudar depois disso. E sabias que os professores podiam dar castigos mais severos aos seus alunos? 

    Todos os homens eram obrigados a ir à tropa (na altura estava a acontecer a Guerra Colonial) e a censura, conhecida como "lápis azul", é que escolhia o         
  • que as pessoas liam, viam e ouviam nos jornais, na rádio e na televisão. 


  • Antes do 25 de Abril, todos se mostravam descontentes, mas não podiam dizê-lo abertamente e as manifestações dos estudantes deram muitas preocupações ao governo. 

  • Os estudantes queriam que todos pudessem aceder igualmente ao ensino, liberdade de expressão e o fim da Guerra Colonial, que consideravam inútil.

 

 

 

 

25
Abr14

Pesquisar a Revolução do 25 de Abril

Equipa BE

 

 

A tua Biblioteca Escolar assinala o dia 25 de abril deixando-te neste blogue o documentário «A Hora da Liberdade», uma ficção documental emitida pela SIC em 1999 que retrata os diversos acontecimentos ocorridos durante o golpe militar de 25 de Abril de 1974, responsável pela instauração da Democracia em Portugal. Este documentário é da autoria de Emídio Rangel, Rodrigo Sousa e Castro e Joana Pontes (igualmente, a realizadora).

 

 

 

 

 

Para saberes mais sobre a Revolução do 25 de abril de 1974, tens muitas fontes bibliográficas e arquivos de documentação disponíveis "online". A tua Biblioteca Escolar deixa-te aqui algumas sugestões de pesquisa.

  

 

Os arquivos e portais "online" (basta clicares em cima dos nomes):

 

Associação 25 de Abril

 

Fundação Mário Soares

 

Coleção 25 de Abril de 1974 do Arquivo da RTP

 

Portal das Comemorações dos 40 Anos do 25 de Abril de 1974

 

Público: 25 de Abril - 40 anos de democracia

 

Diário de Notícias: 25 de Abril 1974-2014

 

Centro de Documentação 25 de Abril da Universidade de Coimbra

 

 

24
Abr14

O telescópio espacial Hubble completa hoje 24 anos de observações

Equipa BE

O telescópio espacial Hubble

completa hoje

24 anos de observações

 

 

 

 

 

O telescópio espacial Hubble foi lançado para o espaço há vinte e quatro anos, a 24 de abril de 1990, pela Agência Espacial Europeia e pela NASA (EUA), com a missão de captar e enviar para a Terra imagens de tudo o que vê no percurso das suas órbitas em torno do planeta Terra. O Hubble é um satélite que dá uma volta ao planeta a cada 97 segundos, encontrando-se a uma distância de quase 650 km da Terra, e o facto de estar no espaço, permite-lhe captar a luz dos astros sem que ela passe pelo filtro da atmosfera terrestre, o que facilita muitíssimo a visualização das estrelas, nebulosas, galáxias, buracos negros, planetas e outros objetos no universo. O Hubble já nos enviou mais de um milhão de imagens das suas observações, muitas delas de estonteante beleza.

 

Imaginado nos anos 40, projetado e construído nos anos 70 e 80 e em funcionamento desde 1990, o Telescópio Espacial Hubble foi batizado em homenagem a Edwin Powell Hubble, que revolucionou a astronomia ao constatar que o universo se estava a expandir.

 

Aqui fica um documentário sobre as observações do Hubble, do canal National Geographic (legendado em português). Queres saber o que se tem descoberto sobre a história e constituição do universo, graças ao Hubble? Então, tens mesmo de ver este documentário.

 

 

 

 

 

 

"A beleza do cosmos revelada pelo telescópio espacial Hubble," ao som da música "Sail the Cosmic Ocean" (The Amnis Initiative):

 

 

 

 

 

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